MESTRADO INTERNACIONAL: “Qualidade de vida de idosos da microárea Itapéua no município da Raposa, Maranhão – Brasil”

Com o tema “Qualidade de vida de idosos da microárea Itapéua no município da Raposa, Maranhão – Brasil”, Allana Meza Veiga Cabral de Sousa Serra Pinto termina seu Mestrado Internacional em Gerontologia Social Aplicada da Universidade Católica Portuguesa (UCP) em parceria com a Faculdade Laboro. Segundo Allana, realizar o mestrado em Portugal foi muito mais do que ter um título, foi adquirir experiências jamais vividas, e  fazer network com os professores da UCP foi fantástico.

Resumo do trabalho

Introdução: O envelhecimento envolve progressivo comprometimento da autonomia da pessoa idosa, estando essa susceptível a piora na qualidade de vida. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida dos idosos da microárea (bairro) Itapéua, no município da Raposa – MA / Brasil. Metodologia: Trata-se uma pesquisa transversal, exploratória, com variáveis quantitativas, realizada na cidade de Raposa, Maranhão, com uma amostra não probabilística por conveniência de idosos a partir de 60 anos. As variáveis socioeconômicas e demográficas foram sexo, idade, escolaridade, ocupação/renda. Foi utilizado o questionário Instrumento de Avaliação da Qualidade de Vida (IAQdV). Resultados: Prevaleceram os idosos com 71 anos ou mais, do gênero feminino, com ensino fundamental, residentes em imóvel próprio, casados, aposentados, usufruindo de uma renda mensal de R$ 500,00 a 1000,00, convivendo regularmente e possuindo um elevado número de filhos e netos. A Qualidade de Vida Global se relacionou significantemente à idade, escolaridade, ocupação, dificuldade de locomoção e à presença de doenças crônicas. A dimensão Relações Sociais apresentou relação com idade, escolaridade, estado civil, convívio, dificuldade de locomoção, presença de doença crônica e acesso às tecnologias, a dimensão Bem-Estar Psicológico apresentou relação com escolaridade, ocupação e número de netos, a dimensão Sentidos apresentou relação com acesso às tecnologias. Não houve relação significativa das variáveis analisadas com as dimensões Doenças e Vida Independente. Conclusão: Observaram-se valores intermediários nas cinco dimensões (Doença, Vida Independente, Relações Sociais, Sentidos e Bem-Estar Psicológico) e na Qualidade de Vida Global, o que requer acompanhamento da população idosa a fim de evitar comprometimento nesse aspecto. Para tanto, é essencial acompanhamento familiar, fortalecimento da rede social e acompanhamento de doenças crônicas, o que exige o avanço nas políticas públicas para essa população.

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