Colóquio de Gerontologia ressalta a autonomia da pessoa idosa garantida pela Organização das Nações Unidas

Segundo os palestrantes Antônio Fonseca e Eduardo Duque a terceira idade precisa ser a idade da qualidade de vida. Durante o Colóquio de Gerontologia organizado pela Faculdade Laboro o professor Antônio Fonseca destacou que um milhão de pessoas vivem sozinhas em Portugal e por essa razão o Estado e a sociedade civil organizaram-se por meio de ONG para garantir serviços de voluntariados que favorecesse a qualidade de vida e a garantia dos direitos à assistência pública. Para isso segundo o professor Antônio, foi criado em Portugal uma rede de instituições comprometidas que funcionam com a ajuda do poder público e conseguem excelentes índices de atendimento ao idoso em territórios portugueses.

Já o professor Eduardo Duque discutiu sobre a sociedade em que este idoso está inserido e as novas demandas para sua qualidade de vida. Já que a expectativa de vida hoje é maior que há duas décadas. Segundo ele uma sociedade centrada no sujeito com uma estrutura familiar fragmentada e que não vive sem tecnologia se configura com valores individualistas. Para ele é preciso garantir os direitos já previstos pela Organização das Nações Unidas: a liberdade, autonomia entre outros. Duque ressalta o que diz o plano de ação Internacional sobre o envelhecimento (Madrid, 2003).

“Uma sociedade para todas as idades possui metas para dar aos idosos a oportunidade de continuar contribuindo com a sociedade. Para trabalhar neste sentido é necessário remover tudo que representa exclusão e discriminação contra eles.”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *